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Bruno Balestrini/ Botânica/ Ervas do amor/ Cola
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Ervas do amor

Cola

Há casos em que mesmo pessoas jovens e saudáveis podem ter súbitos desfalecimentos físicos que, sem serem determinados por problemas específicos, vão incidir nas relações amorosas de forma por vezes séria. Trata-se sobretudo de momentos de cansaço resultantes de excesso de trabalho ou de atividade física, de abuso das próprias energias em todos os campos, não sendo o menor deles o sexual.

Daí resulta um desconcertante estado de astenia que, precisamente nas pessoas hiperativas por natureza, é considerado uma tragédia.

Este é o caso em que se pode recorrer a meios até enérgicos.

Um deles é uma infusão de Kola Acuminata, planta de origem equatorial, cujos componentes de base são a cafeína, a colatina, o tanino e a teobromina.

Por esta composição torna-se evidente o efeito energético e estimulante desta substância, que não deve ser administrada a pessoas hipertensas, cardíacas ou afetadas por perturbações do sistema nervoso.

Podem aproveitá-la as pessoas jovens e saudáveis, desde que não abusem dela, pois o seu efeito excitante pode revelar-se nocivo em situações de grande tensão.

A Kola Acuminata pode ser usada sob a forma de infusão, na dose de 3-4 gramas de sementes pisadas e sem tegumento em 200 cc. de água, a tomar na dose de 1 ou 2 colheres por dia.

Nas ervanárias podem encontrar-se preparações à base de cola, como as tinturas, os extratos fluidos, os elixires e o pó, sempre a usar com prudência e em doses muito limitadas. Ótima a noz-de-cola, para mastigar lentamente, para quem conseguir encontrá-la à venda.

Num velho receituário de ervanária existe uma pequena fórmula contra a fadiga que nos traz à memória uma das bebidas mais conhecidas, difundidas e publicitadas no mundo; a Coca-Cola.

Como curiosidade, transcrevemos textualmente a receita:

Tintura de cola

Tintura de coca

Tintura de quina

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.