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Bruno Balestrini/ Cidades italianas/ Florença
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Florença

Florença

fotografias de B. Balestrini

Texto extraído de: «Nuovo Dizionario Geografico Universale», obra original italiana de uma sociedade de sábios, Veneza, 1828.

FLORENÇA, Florentiae, grande, bela e antiga cidade de Itália, capital do grão-ducado da Toscana, situada a pouca distância das faldas do Apenino, numa fértil e risonha planície, rodeada de amenas colinas, todas semeadas de vilas e castelos, e situada sobre o Arno, que a divide em duas partes desiguais e que se atravessa por quatro pontes, entre as quais, pela sua elegante arquitetura, se admira a chamada de S. Trinità. É de figura quase oval, cingida de muralhas, com um castelo chamado de S. João Batista. Há também o forte de S. Jorge, situado na parte montanhosa da cidade, que toda a domina, chamado Belvedere, o qual forte comunica por uma porta secreta com o real jardim chamado de Boboli. A cidade tem cerca de 2 léguas de circunferência e dista 18 léguas O.S.O. de Livorno, 20 léguas S.O. de Bolonha e 55 léguas N.N.O. de Roma, Lat. N. 43° 46'46''; long. E. 8_ 55' 38''; tomada a partir da metropolitana. Florença, que o mundo inteiro concorda em chamar a Bela, é a residência do Grão-Duque e da família real, que habita o magnífico palácio chamado dos Pitti, do nome de Luca Pitti, opulento cidadão que o construiu. É sede de um arcebispo, que é o metropolita da Toscana, das secretarias civis e militares, de todas as direções administrativas das Finanças e de todos os tribunais, de um supremo conselho de últimas apelações para todo o Estado, de uma rota civil para o distrito florentino e de uma rota criminal para toda a Toscana, excluída a província inferior de Siena. As ruas desta cidade são na sua maior parte largas, direitas e bem lajeadas; o Lungarno, do lado do meio-dia, desde a Ponte Vecchio até à da Carraja, é belíssimo. Belos e suntuosos são os seus edifícios, e copiosa quantidade de excelentes pinturas e esculturas adorna não só os edifícios e estabelecimentos públicos, mas também as casas dos particulares.

Entre os primeiros merece ser nomeada a igreja metropolitana ou S. Maria del Fiore, edifício que vence em mérito todos os outros da cidade e que, com a sua magnificência, atesta os tempos felizes da república em que foi erguido. Em 1294 foi encomendada a sua construção a Arnolfo di Lapo, em lugar da mais antiga, dedicada a Santa Reparata. Além de Arnolfo, dirigiram esta obra, verdadeiramente suntuosa, Giotto, Taddeo Gaddi, Orcagna, e Filippo di ser Brunellesco completou a obra, concebendo aquela formosíssima cúpula, que talvez não tenha igual no mundo. Este magnífico templo, todo revestido de mármores de cores variadas, tem 22,118 braços quadrados. A arte da lã custeou as despesas da sua construção, que durou 166 anos, com algumas interrupções. A largura interna da igreja é de 67 braços e tem 257 de comprimento. A cúpula, do pavimento da igreja à lanterna, tem 154 braços; o templete da lanterna tem 36 braços de altura, a bola 4 e a cruz 8. Este templo está internamente enriquecido de pinturas, estátuas e baixos-relevos, especialmente o coro, todo de mármores, e externamente está ornado por cima das portas de estátuas e mosaicos. É servida por um numeroso clero, composto de cónegos, entre os quais há algumas dignidades, de capelães e de clérigos. Nela se admira a soberba urna que encerra as cinzas do glorioso bispo São Zenóbio, esculpida com mestria em bronze por

por Lorenzo Ghiberti. Ao lado do templo ergue-se a magnífica torre levantada por Taddeo Gaddi segundo o desenho do seu mestre Giotto. Isolada de todos os lados, tem 144 braços de altura e 100 de perímetro, e está magnificamente revestida de mármores de várias cores e enriquecida de estátuas e baixos-relevos dos melhores artífices do seu tempo. Começaram-se os alicerces desta mole magnífica em 1334. S. Giovanni, batistério da cidade, é um antiquíssimo templo isolado, de forma octogonal, que alguns pretendem ter sido um antigo templo de Marte. Em 1293, a arte dos mercadores mandou-o revestir exteriormente de mármores à sua custa, segundo o desenho de Arnolfo di Lapo. No interior está adornado com 16 colunas de granito, que sustentam um terraço, cujos parapeitos, bem como a abóbada, estão cheios de mosaicos, trabalho apreciado de antigos artistas toscanos. Ali se admira o magnífico sepulcro (obra de Donatello) do napolitano Baldassare Coscia, outrora João XXIII, sumo pontífice, que, tendo renunciado àquela sublime dignidade para dar paz à Igreja, morreu como particular em Florença. A igreja está ornada no exterior de estátuas e tem 3 portas de bronze de maravilhosa beleza. A do lado do meio-dia é de Andrea Pisano, as outras duas são de Lorenzo Ghiberti e representam várias histórias do Antigo e do Novo Testamento. A do meio é tão bela que o divino Miguel Ângelo costumava dizer que era digna de fechar o paraíso. Ao lado desta porta estão duas colunas de pórfiro, doadas aos florentinos pelos pisanos quando regressaram da conquista das ilhas Baleares. Nesta igreja existe um antigo gnómon ilustrado pelo célebre padre Ximenes. A fundação da insigne basílica de S. Lorenzo remonta à mais

remota antiguidade, tendo sido consagrada por Santo Ambrósio. Foi várias vezes restaurada, até que, em 1423, reduzida a cinzas por um incêndio, Cosimo de' Medici encomendou a Brunellesco a sua reedificação na forma atual. É toda de pedra arenítica e contém apreciadíssimos objetos de belas-artes. Tem 144 braços de comprimento e 36 de largura, e tem três naves, cada uma de 60 braços de comprimento. Unida a esta igreja está a capela chamada dos Depósitos, onde estavam as cinzas dos soberanos mediceus, agora depositadas nos subterrâneos. É de arquitetura de Miguel Ângelo, e são também da sua mão as sublimes e maravilhosas estátuas que a adornam. O grão-duque Fernando III, de sempre adorada memória, está ali sepultado, para ser depois transportado para a célebre capela medicea que se está agora a concluir, situada atrás do coro, e que pela sua magnificência e riqueza se pode dizer que não tem igual. Está toda revestida de pedras duras e, além do sepulcro de Fernando III, contém os de seis grão-duques da casa Medici. O cavaleiro Pietro Benvenuti recebeu do grão-duque reinante o encargo de pintar a cúpula desta célebre capela. Anexa a este belo templo está a renomada livraria Mediceo-Laurenziana, que contém os códices em línguas orientais, gregos, latinos e italianos, reunidos pela magnificência medicea e pelos outros grão-duques.

da biblioteca é desenho de Miguel Ângelo; e junta-se-lhe presentemente uma nova sala para nela colocar a biblioteca de primeiras edições, reunida pelo conde Angelo d'Elci e por ele generosamente doada à pátria. Da grande igreja e do convento de Santa Croce dos padres Conventuais foi lançada em 1294 a primeira pedra, segundo o desenho de Arnolfo di Lapo, outro testemunho da piedade e magnificência dos florentinos, parecendo mesmo impossível que um pequeno número de mercadores tenha podido erguer ao mesmo tempo tantos edifícios grandiosos e belos. Este sagrado edifício, que com razão se pode chamar o panteão florentino, foi restaurado e embelezado em 1566, sob a direção do cav. Giorgio Vasari. Tem um grande número de altares, todos adornados de painéis dos mais célebres pintores da escola florentina, a começar por Giotto. O convento, a sacristia e outros edifícios anexos contêm grande número de belas pinturas e esculturas antigas e modernas. Nesta igreja admiram-se, entre outros, os mausoléus de Leonardo Aretino, de Miguel Ângelo Buonarroti, de Galileu, de Maquiavel, de Alfieri, de Filicaja, do naturalista Micheli e de outros homens célebres, e em breve aí será colocado um grandioso monumento ao sublime poeta Dante Alighieri, que está atualmente a ser executado pelo escultor Stefano Ricci. Diante desta igreja existe uma bela praça, com uma fonte, onde nos tempos antigos se jogava o jogo do Calcio. A soberba igreja dos Dominicanos de Santa Maria Novella foi começada em 1221, sob a direção de frei Ristoro da Campi, frei Sisto e frei Giovanni, conversos do convento contíguo do mesmo nome. A fachada é desenho de Leon Battista Alberti. Nela estão dois monumentos astronómicos executados sob a direção do padre E. Danti, religioso deste convento, que, a par da igreja, abunda em

belíssimos monumentos de belas-artes. Existe no primeiro uma célebre destilaria, e a igreja dá para duas praças: a Nova, onde se realiza a corrida dos Coches, à qual servem de meta os 2 obeliscos de mármore, e a outra, lateral, chamada praça Velha. A magnífica igreja de Santo Spirito dos Agostinhos tem três naves, com altar-mor e coro ao meio. É executada segundo o desenho de Brunelleschi, tem um altar-mor e coro ao meio, e é adornada de estátuas e bronzes. Esta igreja e um convento dão para uma bela praça que tem uma fonte. A grandiosa e rica igreja da Santissima Annunziata, com convento dos padres Servitas, é toda revestida de mármores e estuques dourados, e contém uma quantidade de belíssimos quadros e estátuas. A sua cúpula, belíssimo trabalho de Volterrano, torna-a graciosíssima. Venera-se nesta igreja a imagem da B. V. Anunciada, objeto de particular devoção do povo florentino. A sua capela foi, pela piedade dos grão-duques Médicis, toda revestida de pedras duras, e vê-se enriquecida com um soberbo altar de prata e com muitos candelabros, castiçais e lâmpadas do mesmo metal; tudo oferecido pela piedade dos devotos. O claustro, que serve de entrada à igreja, é adornado de soberbas lunetas pintadas a fresco por Andrea del Sarto, e que é julgado uma obra-prima da arte.

A praça, adornada de três belas arcadas, numa das quais está o hospital dos Inocentes, contém duas graciosas fontes de bronze e a estátua equestre de Fernando I, fundida com os canhões conquistados aos turcos pelos cav. de Santo Estêvão. onde a república mandou fazer, em 1284, um magnífico pórtico para servir de mercado de cereais, existe agora a igreja prepositural de Orsanmichele, que é uma grandíssima torre quadrada, cuja parte superior serve de arquivo público, no qual se depositam os protocolos tanto dos contratos como dos testamentos do Estado, e a ela se sobe por meio de um passadiço. A parte inferior serve de igreja, e nela se venera uma antiquíssima imagem da Virgem Maria, para a qual Orcagna, que transformou a loggia em igreja, fez um sumptuoso tabernáculo de mármores ao gosto gótico. O exterior desta igreja, rico em cantarias, é adornado de 16 nichos, que contêm as estátuas dos santos protetores das artes, algumas de bronze e as outras de mármore, entre as quais se admira o São Jorge, esculpido em mármore por Donatello, que se conta como a mais apreciada entre as estátuas modernas. Omitiremos por brevidade, tratando-se de um resumido artigo de dicionário, a descrição da quantidade de igrejas desta capital, dignas de ser admiradas a par dos seus estupendos palácios, todos adornados de obras-primas de belas-artes. Não podemos, porém, dispensar-nos de falar do Palazzo Vecchio, com os seus edifícios anexos, e do dos Pitti, onde reside o soberano. O Palazzo Vecchio, erguido pela república para sua residência em 1298, segundo o desenho do já várias vezes nomeado Arnolfo, serviu depois de habitação ao duque Cosme, que, segundo o desenho de Giorgio Vasari, lhe fez soberbos acrescentos, entre os quais o magnífico salão, adornado de estátuas e pinturas, um dos maiores e mais ornados de Itália. Agora serve para as reais secretarias, escritório das reais

possessões, real depositaria e guarda-roupa geral, e para outros ofícios. O piso térreo, do lado lateral, é a alfândega da cidade. A torre deste palácio tem 160 braças de altura. Ao lado da porta que dá para a praça está a bela estátua do David de Buonarroti e o grupo de Baccio Bandinelli representando Hércules que mata Caco. Junto ao palácio fica a grande fonte, com um Neptuno de mármore, de estatura gigantesca, feito por Ammannati, que se vê num carro marinho puxado por quatro cavalos. O grande vaso da bacia é adornado de sátiros e divindades marinhas, todos de bronze e de maravilhoso trabalho. No meio da praça está a estátua equestre, também de bronze, de Cosme I, obra sublime de Giambologna, de quem são, como obra apreciada, os estupendos baixos-relevos que contêm os principais feitos da vida daquele soberano. A loggia chamada dei Lanzi, erguida pela república em 1355, segundo o desenho de Orcagna, tem apenas três arcos e, pela sua esbelteza, amplitude e solidez, admira-se como um milagre da arte. É adornada de belíssimas estátuas antigas e modernas, como o são as quatro colossais de mulheres e os dois leões,

que Pedro Leopoldo mandou transportar de Roma, da Villa Medici. Aqui se vê também a Judite em bronze de Donatello, o Perseu igualmente em bronze de Benvenuto Cellini e o célebre grupo do Rapto das Sabinas, esculpido em mármore por Giambologna. Contíguo está o edifício ou loggiato dos Uffizi, executado por ordem de Cosme I por Giorgio Vasari, que soube incorporar-lhe o antigo edifício da R. Casa da Moeda. O piso térreo dos corpos correspondentes a estas vastas arcadas serve para os tribunais, o piso intermédio para vários ofícios, e o piso superior para a Real Galeria, começada já pelo cardeal Leopoldo e sempre enriquecida pelos sucessivos grão-duques. Nos seus vastos corredores e nas muitas salas anexas admira-se uma grande quantidade das mais belas estátuas antigas, entre as quais a Vénus de Médici, etc., e, além das obras-primas dos melhores mestres da pintura, uma magnífica coleção de gemas, medalhas, desenhos, estampas, antigos monumentos egípcios, etruscos e de outros povos antigos, bronzes, inscrições, etc., de que seria demasiado longo dar sequer uma sucinta descrição. Em 1440 Luca Pitti, riquíssimo cidadão, encomendou a Brunelleschi a construção do grande palácio que tomou o seu nome, e que em 1549 foi vendido por Bonaccorso Pitti a Cosme I, não existindo porém então senão a parte central. Todos os soberanos seus sucessores o ampliaram depois, levando-o à amplitude em que presentemente se admira, e juntando-lhe o belíssimo jardim de Boboli. Também desta verdadeiramente digna residência real seria demasiado longo descrever a beleza e sumptuosidade de cada uma das suas partes. Basta dizer que nela se admira uma coleção de quadros de grandes mestres de todas as escolas, talvez uma das mais belas da Europa. ........ ......... Existe nesta cidade uma academia de belas-artes, magnífico estabelecimento, atualmente presidido pelo cav. Antonio Montalvi e dirigido pelo cél. pintor cav. Pietro

Benvenuti. Está situado num grandioso espaço, na praça de San Marco, e nele se ensina desenho, escola do nu, pintura, ornato, arquitetura e gravura em cobre. Além das escolas, tem duas grandes e apreciadas galerias, uma que contém os gessos das mais belas estátuas antigas, e ao fundo da qual existe a famosa pintura a fresco de Giov. da San Giovanni, representando a fuga para o Egito, que o grão-duque Pedro Leopoldo mandou transportar inteira, de uma só peça, do real jardim da Crocetta, sob a direção do engenheiro Gasparo Paoletti. ...... ...... Esta cidade verdadeiramente magnífica e deliciosa, que tem 17 praças, 170 estátuas expostas ao público, 20 fontes, 6 colunas e 2 pirâmides, está atualmente dividida em três bairros, dois da parte do meio-dia do Arno e um a poente, em cada um dos quais há um comissário de polícia. Conta 28 paróquias, mais de 8,000 casas e cerca de 90,000 habitantes, não incluindo os forasteiros. A nação dos judeus goza aí de privilégios; tem um gueto, que, porém, não os podendo conter a todos, estão também espalhados pela cidade, tendo os mais ricos

adquirido cómodas e belas habitações. Todas as outras comunhões religiosas são aí toleradas e protegidas. Os russos, os ingleses e outros protestantes têm aí capelas onde exercem o seu culto. Os judeus e os evangélicos têm aí os seus cemitérios; todos os outros têm-no em Livorno. Além do cabido da Metropolitana e do da imperial Basílica de San Lorenzo, há muitos outros cabidos de padres e diversos conventos de monges e religiosos de ambos os sexos, além de vários conservatórios para a educação das meninas, que para ali acorrem também de outros estados de Itália; entre estes distingue-se especialmente o novo instituto da Santissima Annunziata, fundado com régia munificência pelo grão-duque reinante e dirigido por senhoras seculares, do qual a grã-duquesa é a protetora. Além da escola externa para as raparigas pobres, que as monjas Salesianas mantêm anexa ao seu conservatório, há escolas públicas para as meninas pobres, nas quais se ensinam todos os lavores femininos até à arte de tecer linho, seda e lã. Aí as meninas que mostram bom comportamento e fazem progressos nos lavores são incentivadas com prémios e subsídios dotais. Cada bairro tem escolas gratuitas onde se ensina a ler e a escrever e a aritmética aos rapazes pobres, além de algumas escolas de ensino mútuo, mantidas a expensas de sociedades particulares......... . ..... Entre os estabelecimentos científicos desta ilustre cidade, convém, por último, recordar também a célebre Accademia della Crusca, estabelecida em 1582, à qual foi reunida a antiga universidade fundada em 1438; o seu fim principal é conservar e apurar a língua italiana; a academia dos Georgofili, dedicada aos progressos da agricultura, das artes e do comércio. A chamada del Cimento, que serviu de modelo às academias de

Londres e de Paris, não subsistiu senão de 1657 a 1667. O campo que rodeia Florença, admiravelmente descrito por Ariosto e industriosamente cultivado, pode considerar-se uma continuação da própria cidade, tantas são as villas e os palácios espalhados aqui e ali de forma amena e belamente dispostos, além das magníficas villas reais suburbanas de Careggi, de Castello, de Poggio Imperiale, o mosteiro da Cartuxa, etc. Diremos apenas que a cerca de 3 m. de Florença existem os restos da cidade de FIESOLE, Faesulae ou Fesula, uma das 12 cidades etruscas, e da qual descende Florença. Aí estão o paço episcopal e o seminário, uma antiga catedral e outras igrejas, entre as quais a magnífica basílica de Sant'Alessandro, na qual se admiram 16 colunas de cipolino do Egito, com capitéis variados, que são provavelmente restos de algum antigo templo etrusco. Conserva-se ainda algum resto de um antigo aqueduto e de parte das suas muralhas de construção etrusca. Escavou-se também parte de um anfiteatro, e ultimamente descobriu-se um esconderijo de medalhas ou moedas consulares romanas. Catilina retirou-se para aqui depois da descoberta da sua conspiração. Esta cidade foi destruída em 1010 pelos florentinos, que empregaram parte dos seus restos no engrandecimento da sua cidade.

Museo Archeologico

Florença, Museo Archeologico, Ossário em forma de cabana de Vetulonia (séc. IX-VIII a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Ossário de Montepulciano (terceiro quarto do séc. VII a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Ossário de Montepulciano (terceiro quarto do séc. VII a.C.) Pormenor

Florença, Museo Archeologico, Canopo das proximidades de Chiusi (segundo quarto do séc. VII a. C.)

Florença, Museo Archeologico, Canopo das proximidades de Chiusi (segundo quarto do séc. VII a. C.)

Florença, Museo Archeologico, Canopo de Cetona (primeira metade do século VI a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Canopo feminino de Cetona (primeira metade do séc. VI a. C.)

Florença, Museo Archeologico, Fragmento de estátua em tufo (meados do século VI a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Bronze votivo (segundo quarto do século V a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Tampa de estátua-cinerário em pedra (último quarto do século V a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Estatueta representando a deusa Ilítia (inícios do século IV a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Hídria ática atribuída a Mídias (finais do século V a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Cratera volterrana de Carminiano (último quarto do século IV a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Cabeça em terracota de Arezzo (segunda metade do século II a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Cabeça em terracota de Arezzo (segunda metade do século II a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Minerva de Arezzo (finais do século IV a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Quimera de Arezzo (último quarto do século IV a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Quimera de Arezzo (último quarto do século IV a.C.)

Florença, Museo Archeologico, Máscara de bronze de Rapolano.

Museo degli Argenti

Florença, Museo degli Argenti, Pormenor dos frescos da segunda sala

Florença, Museo degli Argenti, Sala de Giovanni da San Giovanni

Florença, Museo degli Argenti, Sala de Giovanni da San Giovanni

Florença, Museo degli Argenti, Primeira sala

Florença, Museo degli Argenti, Terceira sala

Florença, Museo degli Argenti, G. Antonio De'Rossi: Camafeu em ónix com os retratos de Cosimo I e da sua família, 1557-1562

Florença, Museo degli Argenti, Mitra mexicana, 1500

Florença, Museo degli Argenti, Camafeus (séculos V e VI)

Florença, Museo degli Argenti, Valerio Belli: Cofre de cristal de rocha montado em prata dourada e esmaltada. 1532

Florença, Museo degli Argenti, Giovanni dei Bernardi: Prato de cristal de rocha (século XVI)

Florença, Museo degli Argenti, Jarro de cristal de rocha (Milão 1550-1570)

Florença, Museo degli Argenti, Taça de cristal de rocha (Florença, finais do século XVI)

Florença, Museo degli Argenti, Relevo em pedra dura segundo modelo em cera de Giambologna representando Francisco I em Pratolino (1587)

Florença, Museo degli Argenti, Tampo de mesa com o porto de Livorno executado por Cristofano Gaffuri segundo desenho de Ligozzi (1600-1604)

Florença, Museo degli Argenti, Oficinas grão-ducais: Tampo de mesa em pedras duras (século XVII)

Florença, Museo degli Argenti, G.B. Foggini: Estatueta de prata do relicário dos Santos Protetores (1718)

Florença, Museo degli Argenti, Paolo Huebner: Taças de prata dourada, Augsburgo 1585-1590

Florença, Museo degli Argenti, Paolo Huebner: Gomil e bandeja de prata dourada, Augsburgo 1585-1590

Florença, Museo degli Argenti, Hans Karl: Frasco de ouro esmaltado (1602)

Florença, Museo degli Argenti, Taça de ouro esmaltado, Salzburgo, século XVII

Museo Horne

Florença, Museo Horne, vista do pátio

Florença, Museo Horne, Loggia superior

Florença, Museo Horne, Pietà. Arte ítalo-bizantina do século XIV

Florença, Museo Horne, Giotto, S. Stefano

Florença, Museo Horne, Bernardo Daddi: Madona

Florença, Museo Horne, Filippino Lippi: A rainha Vasti deixando o palácio real

Florença, Museo Horne, Luca Signorelli: Santa Catarina de Alexandria

Florença, Museo Horne, Mestre de San Severino: Exorcismo de uma possessa

Florença, Museo Horne, Correggio (?): Adoração dos pastores

Florença, Museo Horne, Dossi: Alegoria da Música

Florença, Museo Horne, Arte pisana: Virgem com o Menino (século XV)

Florença, Museo Horne, Antonio Rosellino: Madona dos Candelabros

Florença, Museo Horne, Jacopo Sansovino: Madona

Florença, Museo Horne, Jarro do século XIV. Manufatura de Florença

Florença, Museo Horne, Jarro do século XIV. Manufatura de Florença

Florença, Museo Horne, Cassone ornado de estuques dourados e de pinturas. Arte toscana do século XV

Florença, Museo Horne, Banco de sacristia. Arte toscana do século XV

Florença, Museo Horne, vista exterior

Museo Stibbert

Florença, Museo Stibbert, Frente de cassone: Tema mitológico, arte sienense, século XV

Florença, Museo Stibbert, Espineta, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Espineta, século XVII. Pormenor

Florença, Museo Stibbert, Cama em forma de barco, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Mesa, arte francesa, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Vitrina, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Relógio francês, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Relógio, século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Virgem com o Menino e Santos, Mestre de Verrucchio, 1340 c

Florença, Museo Stibbert, Virgem entronizada com o Menino, escola florentina, século XIV-XV

Florença, Museo Stibbert, São Miguel Arcanjo, Cosimo Rosselli

Florença, Museo Stibbert, Santa Catarina e São Domingos, Carlo Crivelli

Florença, Museo Stibbert, Virgem com o Menino, Sandro Botticelli (?)

Florença, Museo Stibbert, Figura feminina, Cesare Dandini

Florença, Museo Stibbert, Príncipe Estanislau Poniatowski, Angelica Kauffman (?)

Florença, Museo Stibbert, Orfeu e Eurídice, arte alemã, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Apolo e Vénus, bronze, século XVI

Florença, Museo Stibbert, Arcanjo, bronze, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Virgem entronizada e Santos, plaqueta de prata, século XV

Florença, Museo Stibbert, Fecho de pluvial, cobre, século XIV

Florença, Museo Stibbert, Grupo de três mouros, Berlim, século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Grupo com mouro, Ginori, 1760

Florença, Museo Stibbert, Figura oriental e Jovem camponesa, Ginori, 1758-1791

Florença, Museo Stibbert, Serviço de seis peças. Meissen, 1774-1814

Florença, Museo Stibbert, A África, Meissen, século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Pratos de Natal, Stocke-on-Trent, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Vaso com tampa, Viena, século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Serviço de dez peças, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Terrina, século XVIII - Terrina, século XVIII - Travessa para peixe, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Hércules mata Anteu, arte de Bruxelas, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Hércules mata a Hidra de Lerna, arte de Bruxelas, século XVII

Florença, Museo Stibbert, O dragão e o elefante, arte flamenga, século XVII

Florença, Museo Stibbert, Veludo bordado, século XVI

Florença, Museo Stibbert, Fragmento de veludo, século XVI

Florença, Museo Stibbert, Fragmento de veludo, século XVI

Florença, Museo Stibbert, Fragmento de veludo, século XVI

Florença, Museo Stibbert, Tabaqueiras, século XVIII-XIX

Florença, Museo Stibbert, Tabaqueiras, século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Tabaqueiras, século XVIII-XIX

Florença, Museo Stibbert, Relógios de bolso, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Relógios de bolso, século XIX

Florença, Museo Stibbert, Relógios de bolso, França século XVIII

Florença, Museo Stibbert, Cofres, escola ferraresa (?) ou paduana, século XV

Florença, Museo Stibbert, Cofres, escola ferraresa (?) ou paduana, século XV

Florença, Museo Stibbert, Armadura de cavalo, Konrad Treytz, o Jovem, Innsbruck, c. 1520

Florença, Museo Stibbert, Restos de uma armadura de cavalo, Brescia, c. 1570-90

Florença, Museo Stibbert, Restos de uma guarnição que pertenceu a um Borromeo, c. 1580-85

Florença, Museo Stibbert, Restos de uma guarnição de rapaz, Orazio da Calino, Turim, c. 1600

Florença, Museo Stibbert, Elmo de cavalaria, Itália (?), c. 1510-15

Florença, Museo Stibbert, Elmo de encaixe, Itália setentrional, c. 1555-60

Florença, Museo Stibbert, Elmo de cavalaria, Alemanha meridional, c. 1555

Florença, Museo Stibbert, Elmo de cavalaria, Países Baixos, c.1580

Florença, Museo Stibbert, Borgonhota, França, c. 1560-70

Florença, Museo Stibbert, Morrião de três cristas das guardas ducais farnesianas, Itália setentrional, c. 1545

Florença, Museo Stibbert, Restos de um elmo de cavalaria à saboiana, Itália setentrional, c. 1590

Florença, Museo Stibbert, Andreas Richter?, Augsburg,1571: Gola amovível

Florença, Museo Stibbert, Andreas Richter?, Milão, 1575: Gorjal de encaixe

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1540-45: Lâmina de espaldeira esquerda à antiga

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1600: Espaldeira direita

Florença, Museo Stibbert, Mattaus Frattenpreiss, 1549: Braçal direito de campo aberto

Florença, Museo Stibbert, Augsburgo, 1559:Sobrebraçal esquerdo de campo aberto

Florença, Museo Stibbert, França, 1600-1610: Manopla esquerda

Florença, Museo Stibbert, Lucio Piccinino, Milão, 1580-85: Resto de uma lâmina de fralda

Florença, Museo Stibbert, Países Baixos, 1630-40: Manopla de reforço direita

Florença, Museo Stibbert, Arnês de perna esquerdo

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1520: Joelheira esquerda

Florença, Museo Stibbert, Itália setentrional, finais de 1300: rodela de carrossel

Florença, Museo Stibbert, Veneza, fine1500: Rodela

Florença, Museo Stibbert, Espanha (?), inícios de 1300: Espora direita de espigão

Florença, Museo Stibbert, França, 1350-60: Par de esporas

Florença, Museo Stibbert, Alemanha, 1400-1420: Par de esporas

Florença, Museo Stibbert, Europa centro-oriental, 1450-80: par de esporas

Florença, Museo Stibbert, Inglaterra, 1610-30: Espora esquerda

Florença, Museo Stibbert, Espanha, finais de 1700: par de esporas

Florença, Museo Stibbert, Áustria (?) 1560: Focinheiras

Florença, Museo Stibbert, Anton Peffenbauser (?), Augsburgo, 1550-60: Resto de uma testeira

Florença, Museo Stibbert, Transilvânia (?), 1620: Freio

Florença, Museo Stibbert, Ercole dei Fedeli, Ferrara, 1480-1500: Lâmina de cinquedea

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1570: Espada de lado

Florença, Museo Stibbert, Véneto, 1650: Schiavona

Florença, Museo Stibbert, Europa, 1600: Espada de lado

Florença, Museo Stibbert, Europa, 1600: Espada de lado.

Florença, Museo Stibbert, França ou Países Baixos, 1600-20: Espada de lado

Florença, Museo Stibbert, França ou Países Baixos, 1600-20: Espada de lado

Florença, Museo Stibbert, Espanha e Alemanha (?) 1660-70: Espada à espanhola

Florença, Museo Stibbert, Itália (?), 1670: Espada à espanhola

Florença, Museo Stibbert, Alemanha, 1670: Espada à espanhola

Florença, Museo Stibbert, Espanha, 1670: Espada à espanhola

Florença, Museo Stibbert, Europa setentrional, 1670: Espada à espanhola

Florença, Museo Stibbert, Europa centro-ocidental, 1660: Espadins

Florença, Museo Stibbert, Saxónia, 1750: Espadim

Florença, Museo Stibbert, Alemanha, 1750: Espadim

Florença, Museo Stibbert, Terçados de caça

Florença, Museo Stibbert, Inglaterra, 1610: Punhal

Florença, Museo Stibbert, Pomo de espada

Florença, Museo Stibbert, Espontões

Florença, Museo Stibbert, França (?), 1730-50: Espontão

Florença, Museo Stibbert, Europa, 1570-80: Maças

Florença, Museo Stibbert, Alemanha meridional, 1620: Arcabuz raiado de roda

Florença, Museo Stibbert, Estrasburgo, 1660: Carabina raiada de roda

Florença, Museo Stibbert, Itália, finais de 1400 inícios de 1500: Aljava para flechas

Florença, Museo Stibbert, Armand Bongarde, Düsseldorf, 1700: Arcabuz longo de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Armand Bongarde, Düsseldorf, 1700: Arcabuz longo de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Arcabuz longo de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Arcabuz longo de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Augsburgo (?) 1590-1600: Pistolete de roda

Florença, Museo Stibbert, Alemanha setentrional, 1590: Pistola de roda

Florença, Museo Stibbert, Alemanha setentrional, 1590: Pistola de roda

Florença, Museo Stibbert, Brescia, 1650: Pistolas longas de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Teschen. 1650: Pistolas longas de roda

Florença, Museo Stibbert, Países Baixos, 1670-80: Pistola longa de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Thaddaus Poltz, 1760: Pistolas curtas de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Pistolas de pederneira

Florença, Museo Stibbert, J.B. Lamotte, St. Etienne, 1810: pistolas longas de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Bacamarte-pistola de pederneira

Florença, Museo Stibbert, Alemanha, meados do século XVI: Fecho de roda para arcabuz

Florença, Museo Stibbert, Nuremberga (?), 1640: Fecho de roda de armar automático para arcabuz

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1790: Fecho à espanhola

Florença, Museo Stibbert, L. Lamotte, St. Etienne, 1780: Fecho para pistola

Florença, Museo Stibbert, Itália, 1730-1800: Fecho à florentina para arcabuz

Florença, Museo Stibbert, Europa, segunda metade do século XIX: Polvorinho de escorva

Florença, Museo Stibbert, Dresden, 1610: Frasco de pólvora

Florença, Museo Stibbert, Áustria (?), 1810: Meia armadura à muçulmana

Florença, Museo Stibbert, Estados Pontifícios, 1840: Barretina - Estados Pontifícios, 1830-40 Quépi

Florença, Museo Stibbert, Hungria, 1840: Bolsa de sabre de hussardo

Florença, Museo Stibbert, Piombino, 1805-14: Bandeira da guarda de honra

Pontevecchio

Fachada dos Uffizi no Lungarno com o Corridoio Vasariano e o Pontevecchio visto da outra margem do Arno

Florença, Os Lungarni vistos da ponte alle Grazie

Florença, Pontevecchio, Pormenor das traseiras das lojas sustentadas por escoras de madeira

Florença, Pontevecchio, Arcadas centrais do Pontevecchio com pormenor das traseiras das lojas sustentadas por escoras de madeira

Florença, Pontevecchio, Corridoio Vasariano no Lungarno

Florença, Pontevecchio, visto da margem abaixo

Florença, Vista do Pontevecchio a partir da margem do Arno

Florença, O Pontevecchio visto do Lungarno Acciaiuoli

Florença, O Pontevecchio visto do Lungarno

Florença, Vista das lojas de ourives do Pontevecchio

Florença, Vista das lojas de ourives do Pontevecchio

Florença, Vista das lojas de ourives do Pontevecchio

Florença, Monumento a Benvenuto Cellini no Pontevecchio

Florença, Vista das lojas de ourives do Pontevecchio

Florença, Vista das lojas de ourives do Pontevecchio

Florença, O Corridoio Vasariano e o Pontevecchio vistos da margem do Arno

Corridoio Vasariano

Florença, Fachada dos Uffizi no Lungarno com o Corridoio Vasariano e o Pontevecchio visto da outra margem do Arno

Florença, Corridoio Vasariano no Lungarno

Florença, O Corridoio Vasariano, sustentado por mísulas, passa em torno da torre dei Mannelli

Florença, Ligação do Corridoio Vasariano ao Pontevecchio

Florença, Passagem do Corridoio sobre os três arcos centrais do Pontevecchio

Florença, Vista do Corridoio que percorre o Lungarno

Florença, O passeio do Lungarno que ladeia o Corridoio Vasariano

Museo Opera del Duomo

Museo dell'Opera del Duomo de Florença, o "Dossale" de San Giovanni.

MOD de Florença, Michelozzo di Bartolommeo: São João Batista

MOD de Florença, Artista florentino do século XIV: Santo Rei

MOD de Florença, Um pilar angular do dossale

MOD de Florença, Betto di Geri (?) e continuadores: Um pilar mediano do dossale

MOD de Florença, Artista florentino do século XIV: Esmaltes nos pilares do dossale.

MOD de Florença, Leonardo di ser Giovanni e Betto di Geri (?): O Batismo de Cristo

MOD de Florença, Leonardo di ser Giovanni e Betto di Geri (?): O Batista diante de Herodes

MOD de Florença, Leonardo di ser Giovanni e Betto di Geri (?): Cristo recebe os mensageiros de João

MOD de Florença, Leonardo di ser Giovanni e Betto di Geri (?): São João parte para o deserto

MOD de Florença, Andrea del Verrocchio: A Degolação do Batista

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: O Nascimento do Batista

MOD de Florença, Bernardo Cennini: O Anúncio a Zacarias e a Visitação

MOD de Florença, A Cruz de prata do altar de San Giovanni.

MOD de Florença, Bernardo Cennini: O Crucifixo da Cruz de prata.

MOD de Florença, Bernardo Cennini: São João dolente, particolare.

MOD de Florença, O Batista e dois Anjos, pormenor da Cruz de prata (recto do templete).

MOD de Florença, Cofre em pedras duras.

MOD de Florença, Arte veneziana do século XV (?): Cofre com esmaltes.

MOD de Florença, Paolo di Giovanni Sogliani (1501): Relicário do "Libretto".

MOD de Florença, Relicário do "Libretto", um anjo, pormenor dos esmaltes.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: Paramento bordado, O Anúncio a Zacarias, particolare.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: Paramento bordado, Zacarias escreve o nome do Batista.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: Paramento bordado, A Circuncisão do Batista.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: Paramento bordado, Pregação às multidões.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: Encontro do Batista com o sumo sacerdote.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: A prisão do Batista.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: O Batista levado para a prisão.

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo: A dança de Salomé

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo:A cabeça do Batista apresentada a Herodíade.

MOD de Florença, Frei Eustachio: Inicial com a Anunciação

MOD de Florença, "Mestre do Bigallo": São Zenóbio entre os Santos Eugénio e Crescêncio

MOD de Florença, Mosaico portátil, pormenor com a morte da Virgem.

MOD de Florença, Mosaico portátil, pormenor com a Anunciação.

MOD de Florença, Jacopo del Casentino: Santa Águeda, tábua processional

MOD de Florença, "Mestre do políptico Medici": Os Santos Zenóbio, João Batista e Reparata.

MOD de Florença, Giovanni del Biondo: Martírio de São Sebastião

MOD de Florença, Neri di Bicci: Santo Ivo fazendo justiça.

MOD de Florença, Monte di Giovanni: Mosaico com São Zenóbio

MOD de Florença, Bernardo Daddi: A Virgem entre Santos

MOD de Florença, Antonio del Pollaiolo, Jesus batiza João Batista.

Palazzo Pitti

Florença, Palazzo Pitti, Filippo Lippi, Virgem com o Menino e Nascimento de Maria

Florença, Palazzo Pitti, Cristofano Allori, Judite com a cabeça de Holofernes

Florença, Palazzo Pitti, Artemisia Gentileschi, Virgem com o Menino

Florença, Palazzo Pitti, Baldassarre Franceschini, dito il Volterrano, A partida do pároco Arlotto

Florença, Palazzo Pitti, Pietro da Cortona e Ciro Ferri, Hércules forma um troféu com as armas que lhe entregaram os Dioscuros

Florença, Palazzo Pitti, Rafael Sanzio, Retrato feminino ou A Velata

Florença, Palazzo Pitti, Rafael Sanzio, Madona da Cadeira

Florença, Entrada do Palazzo Pitti

Florença, Palazzo Pitti, Pátio interior.

Florença, Palazzo Pitti, Vista da cidade a partir da fachada do palácio.

Florença, Palazzo Pitti, Pormenor do pátio.

Florença, Palazzo Pitti, Antonio Canova, Vénus Itálica, Galleria Palatina.

Florença, Palazzo Pitti, Antonio Canova, Vénus Itálica, Galleria Palatina.

Florença, Palazzo Pitti, Adriano Cecioni, Menino com galo, Galleria d'Arte Moderna.

Florença, Palazzo Pitti, Adriano Cecioni, O suicida, Galleria d'Arte Moderna.

Florença, Palazzo Pitti, Achille d'Orsi, Os parasitas, Galleria d'Arte Moderna.

Uffizi

Florença, Uffizi. Cimabue, Virgem em Majestade.

Florença, Uffizi. Duccio di Boninsegna, Madona Rucellai.

Florença, Uffizi.Giotto, Joaquim entre os pastores

Florença, Uffizi. Giotto, Virgem em Majestade.

Florença, Uffizi. Simone Martini, L'Annunciazione.

Florença, Uffizi. Pietro Lorenzetti, A Beata Umiltà

Florença, Uffizi. Paolo Uccello, A Batalha de San Romano

Florença, Uffizi. Domenico Veneziano, Sacra Conversação.

Florença, Uffizi. Alessio Baldovinetti, L'Annunciazione.

Florença, Uffizi. Antonio del Pollajolo, Hércules e Anteu. .

Florença, Uffizi. Andrea del Verrocchio, Batismo de Cristo.

Florença, Uffizi. Sandro Botticelli, Regresso de Judite do acampamento de Holofernes.

Florença, Uffizi. Sandro Botticelli, O Nascimento de Vénus, particolare.

Florença, Uffizi. Leonardo da Vinci, L'Annunciazione.

Florença, Uffizi. Miguel Ângelo, Sagrada Família

Florença, Uffizi. Andrea del Sarto, A Madona das Harpias.

Florença, Uffizi. Rafael, A Madona do Pintassilgo.

Florença, Uffizi. Jacopo da Pontormo, Ceia em Emaús.

Florença, Uffizi. Rosso Fiorentino, Moisés e as filhas de Jetro.

Florença, Uffizi. Agnolo Bronzino, Retrato de Lucrezia Panciatichi.

Florença, Uffizi. Masaccio, Virgem com o Menino e Santa Ana.

Florença, Uffizi. Sandro Botticelli, O Nascimento de Vénus.

Florença, Uffizi. Caravaggio, Bacco.

Florença, Uffizi. Sandro Filipepi, dito Botticelli, A Primavera.

Florença, Uffizi. Sandro Filipepi, dito Botticelli, A Primavera, particolare.

Florença, Exterior do palácio dos Uffizi.

Palazzo della Signoria ou Palazzo Vecchio

Palazzo della Signoria, Giovanni Stradano, Laboratório de alquimia

Santi di Tito, As irmãs de Faetonte

Mirabello Cavalori, O lanifício

Alessandro Allori, A pesca das pérolas

O Studiolo de Francisco I

Palazzo della Signoria, Donatello, Judite e Holofernes.

Palazzo della Signoria, Donatello, Judite e Holofernes, particolare.

Palazzo della Signoria, Bartolomeo Ammannati, Bartolomeo Ammannati, Fonte de Neptuno, pormenor, piazza della Signoria.

Palazzo della Signoria, Benvenuto Cellini, Perseo.

Palazzo della Signoria, Giambologna, O rapto das Sabinas, Baixo-relevo em bronze na base do grupo marmóreo.

Palazzo della Signoria, Giambologna, O rapto das Sabinas, particolare.

Palazzo della Signoria, Giambologna, O Rapto das Sabinas.

Palazzo della Signoria, Bartolomeo Ammannati, Fonte de Neptuno, piazza della Signoria.

Santa Maria del Fiore (Duomo)

Florença, Catedral, Lado SUL visto do piazzale Michelangelo

Florença, Catedral, Campanário de Giotto.

Florença, Catedral, Cúpula de Brunelleschi.

Florença, Catedral, Pormenor da fachada.

Florença, Catedral, Nave central.

Florença, Catedral, Nave

Florença, Catedral, Cúpula do Duomo, interno.

Florença, Catedral, Cúpula do Duomo, interno.

Florença, Catedral, Cúpula do Duomo, interno.

Florença, Catedral, Giovanni Bandini, Relevos do recinto do coro, coro.

Florença, Catedral, Luca della Robbia, San Gregorio, painel para a porta da Sagrestia Vecchia.

Florença, Catedral, Nanni di Banco, A Assunção, pormenor da Porta della Mandorla.

Florença, Catedral, Tino di Camaino, Túmulo do bispo Orso, pormenor do monumento fúnebre.

Galleria dell'Accademia

Florença, Accademia, Miguel Ângelo Buonarroti, David.

Florença, Accademia, Miguel Ângelo Buonarroti, Os Prisioneiros despertando.

Florença, Accademia, Miguel Ângelo Buonarroti, O Prisioneiro - Atlas.

Florença, Accademia, Miguel Ângelo Buonarroti, David, pormenor

Florença, Accademia, Miguel Ângelo Buonarroti, São Mateus.

Museo Nazionale del Bargello

Museo Nazionale del Bargello

Construído em 1255 como sede do Capitão do Povo, foi depois destinado a sede do Podestà e por fim do Capitão de Justiça ou Bargello, de que tomou o nome. Hoje é sede do Museo Nazionale, que reúne importantes obras-primas de escultura e de artes menores.

Igreja de San Lorenzo e Cappelle Medicee

Igreja de San Lorenzo e Cappelle Medicee

Em San Lorenzo, a Sacristia Nova (Miguel Ângelo 1524) e a Capela dos Príncipes constituem o Museo delle Cappelle Medicee.

Desiderio da Settignano, Pietà, pormenor do Tabernáculo do Sacramento.

Donatello, Ascensão, pormenor do segundo púlpito.

Donatello, Descida da Cruz, pormenor do primeiro púlpito.

Donatello, Ressurreição, pormenor do painel do segundo púlpito.

Andrea Verrocchio, Sarcófago de Giovanni e Pietro de' Medici, Sagrestia Vecchia.

Miguel Ângelo Buonarroti, O Crepúsculo, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, O Dia, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, A Aurora, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, A Aurora, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, A Aurora, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, A Noite, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, Túmulo de Giuliano de' Medici, Cappella Medicea.

Miguel Ângelo Buonarroti, Túmulo de Lorenzo de' Medici, Cappella Medicea.

Escadaria, vestíbulo da biblioteca Laurenziana. Firenze.

Biblioteca Laurenziana, 1519-59, Miguel Ângelo Buonarroti. O projeto de Miguel Ângelo articula-se em dois ambientes, o vestíbulo e a sala de leitura, concebidos como espaços configurados de forma autónoma e dispostos em sucessão. O vestíbulo é completado ao centro pela escadaria monumental, executada por Ammannati.

Fonte
Site thais.it de Bruno Balestrini
Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.