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Bruno Balestrini/ Artes aplicadas/ Tecido/ A griccia, o caminho, os veludos (século XV)
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A griccia, o caminho, os veludos (século XV)
Itália

A griccia, o caminho, os veludos (século XV)

A griccia O cammino Os veludos

A pesquisa e a concorrência trazidas pelo aparecimento de numerosos centros têxteis levaram a arte têxtil deste século, que se pode considerar a idade de ouro do tecido, a uma grande riqueza e perfeição de meios. Do ponto de vista estilístico, a produção alcança uma originalidade espontânea própria, graças também ao interesse dos maiores artistas pelas artes menores, e a composição da decoração manifesta um maior equilíbrio e uma notável simetria.

A GRICCIA

Período
Do primeiro quartel do século XV até meados do século XVI.
Descrição
Sucessão de motivos vegetais como a pinha, o tronco, a romã, a flor de cardo ou de lótus, em composição de desenvolvimento vertical e movimento sinuoso.
Técnica
Veludo alto-baixo brocado a ouro ou a prata fiada ou allucciolata (bouclé) com fundos em gros, cetim ou teleta de ouro
Origem
Na alternância das propostas e na evolução das técnicas têxteis, ao naturalismo dos tecidos do século XIV, caracterizados pela fantasia temática e pela pluralidade de cores, sucede uma elaboração rigorosamente unitária quanto aos valores cromáticos, técnicos e compositivos. O tecido apresenta-se já não como uma página iluminada, mas como um baixo-relevo.

O CAMMINO

Período
Do primeiro quartel do século XV a meados do século XVI.
Descrição
Sucessão de motivos vegetais como a pinha, o tronco, a romã, a flor de cardo ou de lótus, em composição de desenvolvimento horizontal retilíneo.
Técnica
Veludo alto-baixo brocado a ouro ou a prata fiada ou allucciolata (bouclé) com fundos em gros, cetim ou teleta de ouro.
Origem
Na alternância das propostas e na evolução das técnicas têxteis, ao naturalismo dos tecidos do século XIV, caracterizados pela fantasia temática e pela pluralidade de cores, sucede uma elaboração rigorosamente unitária quanto aos valores cromáticos, técnicos e compositivos.

OS VELUDOS DE GRADE

Período
De meados do século XV a meados do século XVI.
Descrição
Grandes folhas de vários lóbulos, tangentes entre si, encerram flores de romãzeira ou de cardo, por sua vez rodeadas de pequenas flores em número igual ao dos lóbulos.
Técnica
Veludo cortado predominantemente de fundo cetim, no qual os contornos do desenho são definidos pelo aparecimento do fundo desprovido do pelo do veludo.
Origem
Encontra-se na procura de uma maior simplicidade e nitidez da decoração, que se realiza num desenho mais fino, como o que o arco gótico na arquitetura e o ferro forjado podiam sugerir; daí o nome de veludos de grade.
Fonte
Arquivo fotográfico Bruno Balestrini
Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.