Canova Antonio
Amor e Psique
Na sua ânsia de uma pureza ideal, Canova recuperava com naturalidade a tradição luminística e subtilmente pictórica da escola veneziana e a requintada preciosidade de superfícies que já informara as fábulas ovidianas de Bernini; um delicado, indefinível recato situa, porém, a obra canoviana numa estranha alternância de olímpico esplendor e de suave timidez, quase incerteza ou pudor.
Como citar
Bruno Balestrini (fotografia), «Amor e Psique», obra de Canova Antonio, Escultura moderna, Paris, Museu do Louvre. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00236/. Consultado em [data de consulta].