Miguel Ângelo Buonarroti
O Crepúsculo
O Deus fluvial dos monumentos romanos é o ponto de partida para esta alegoria. Também neste gigante cansado e melancólico, Miguel Ângelo reconduz à unidade de visão o duplo aspeto do classicismo renascentista: o de realidade naturalista e o de ideia formal. A imitação do verdadeiro e a invenção estilística, em si contrastantes, fundem-se no símbolo antropomórfico de um estado de alma.
Como citar
Bruno Balestrini (fotografia), «O Crepúsculo», obra de Michelangelo Buonarroti, Escultura renascentista, Florença, San Lorenzo, Cappella Medicea. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch10126/. Consultado em [data de consulta].