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Bruno Balestrini/ Escultura italiana/ Escultura renascentista/ O Prisioneiro que desperta
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Miguel Ângelo Buonarroti

O Prisioneiro que desperta

A força poética do chamado «non-finito», isto é, da imagem do atormentado nascer da forma no seio da matéria, é tal que dificilmente se chega a reconhecer que este é um momento da operação pela qual Miguel Ângelo chegava a extrair o «conceito» do mármore que em si o circunscreve «com o seu excesso».

Como citar

Bruno Balestrini (fotografia), «O Prisioneiro que desperta», obra de Michelangelo Buonarroti, Escultura renascentista, Florença, Galleria dell'Accademia. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00069/. Consultado em [data de consulta].

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.