Gemito Vincenzo
Alexandre Magno
Um dia Gemito fechou-se num quarto e durante mais de vinte anos perseguiu em vão, em finíssimos traços, uma beleza ideal, obsessiva. Nenhuma escultura. Depois, subitamente, reviveu, retomou a espátula, procurou dar vida plástica àqueles sonhos. Nasceu a série de variações de relevos e de bustos sobre o jovem herói grego. Mas a fresca imediatez dos seus primeiros anos estava irremediavelmente perdida.
Como citar
Bruno Balestrini (fotografia), «Alexandre Magno», obra de Gemito Vincenzo, Escultura moderna, Roma, Galleria Nazionale d'Arte Moderna. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00260/. Consultado em [data de consulta].