Mirko
(Basaldella) Quimera
A poética evasiva, mais do que arcaizante, ancestral, de Mirko havia de chegar cedo a uma reconstrução autónoma das formas, seguindo as sugestões de uma agitação fantástica alimentada por uma cultura requintadíssima. O que resgata estas imagens da fácil elegância decorativa é a surda vitalidade que nelas fermenta, a transfiguração da matéria numa organicidade humana.
Como citar
Bruno Balestrini (fotografia), «(Basaldella) Quimera», obra de Mirko, Escultura moderna, Roma, Galleria Nazionale d'Arte Moderna. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00178/. Consultado em [data de consulta].