Bruno BalestriniFotógrafo
Bruno Balestrini/ Escultura italiana/ Escultura moderna/ Hebe
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Canova Antonio

Hebe

Já em desenhos de 1783-'85, Canova estudava motivos de figuras femininas em movimento; na primeira década do novo século pintou toda uma série de têmperas em estilo pompeiano que desenvolviam em ritmos múltiplos o mesmo motivo, ao qual regressava depois, em escultura, com várias bailarinas, desde a das mãos nas ancas, hoje em Leninegrado (1806), à do dedo no queixo, e à outra com os címbalos (1808-'9); mas já desde 1796 modelara uma elegante e leve imagem de Hebe (atualmente na Alemanha) que suscitou enormes entusiasmos, tanto que o escultor teve de a replicar várias vezes: em 1801 para a imperatriz Josefina (hoje em Leninegrado), em 1814 para Lord Cawdor (em Chatsworth), em 1816 para Veronica Guerrini. É esta última a versão de Forlì, na qual Canova, tal como no exemplar inglês, além das subtis variantes que continuamente introduzia nas suas invenções, acrescentou um elemento novo e inesperado: a policromia em cores ténues e esbatidas.

Como citar

Bruno Balestrini (fotografia), «Hebe», obra de Canova Antonio, Escultura moderna, Forlì, Pinacoteca Civica. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00239/. Consultado em [data de consulta].

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.