Bruno BalestriniFotógrafo
Bruno Balestrini/ Escultura italiana/ Escultura moderna/ Retrato de cavalheiro
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Maine Camillo

Retrato de cavalheiro

Uma das soluções imediatas da reação às fórmulas neorrenascentistas académicas e naturalmente conservadoras foi sempre a acentuação expressiva, a sublinhação dramática. Já Martini tinha reagido ao naturalismo do final do século XIX com o primitivismo expressionista da Prostituta. Depois de 1935, e tanto mais com o desencadear da tragédia da guerra, foi precisamente sobre estas duas aceções, primitivo-expressionismo, que se desenvolveu, tanto na pintura como na escultura, a procura de uma linguagem nova, que exprimisse melhor a complexa e contraditória situação do homem moderno. Maine, artista esquivo e retirado, respondeu sempre, a partir do seu canto de província, com grande vigor às solicitações de uma cultura espiritualista empenhada na recuperação de uma nova dignidade do homem acima das fraturas de uma barbárie inédita. O seu traço lacera e fende, escava e retorce a matéria, dobrando-a, polemicamente, a valores e significados intensamente expressivos, no limite do símbolo.

Como citar

Bruno Balestrini (fotografia), «Retrato de cavalheiro», obra de Maine Camillo, Escultura moderna, Milão, Civico Museo d'Arte Contemporanea. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00123/. Consultado em [data de consulta].

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.