Bruno BalestriniFotógrafo
Bruno Balestrini/ Escultura italiana/ Escultura moderna/ Retrato
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Romanelli Romano

Retrato

Infelizmente não eram muitos os artistas que, como Martini, procuravam, fosse como fosse, um módulo para superar o suave decadentismo da cultura do final do século XIX. Sendo inimitável a poética muito pessoal de Rosso, voltava a pôr-se com brutal necessidade o problema da reconquista de uma forma ideal na qual o real encontrasse uma justificação menos contingente do que no naturalismo, quer de origem bartoliniana quer gemitiana. Diligentes estatuários, com Andreotti e Romanelli à cabeça, tentavam então, e depois durante demasiados anos, a restauração ambígua de um rigor académico neorrenascentista ou neo-helenístico; outros, como Wildt, escolheram o caminho mais sofisticado de um intelectualismo atormentado, sempre recheado de extravagâncias literárias. Esta cabeça de Romanelli é já dos anos do «Novecento», mas desde o tempo em que ajudava o pai, também ele estatuário, como o fora o avô, o estilo do escultor não apresenta soluções de continuidade.

Como citar

Bruno Balestrini (fotografia), «Retrato», obra de Romanelli Romano, Escultura moderna, Roma, Galleria Nazionale d'Arte Moderna. Arquivo fotográfico Bruno Balestrini, https://brunobalestrini.org/cita/sch00283/. Consultado em [data de consulta].

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.