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Bruno Balestrini/ Mineralogia/ Quartzo, Pirite e pirrotite
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Óxidos e hidróxidos

Quartzo, Pirite e pirrotite

Quartzo (ver fichas anteriores)

Pirite

A pirite, mineral muito conhecido e bastante difundido, forma cristais cúbicos, de faces lisas ou estriadas, octaédricos, pentagonododecaédricos. Por vezes apresenta-se também em massas compactas, granulares, estalactíticas e nodulares. Este mineral é duro, frágil, pesado e opaco.

Se for percutida com um objeto metálico, produz faíscas. Funde com facilidade, libertando um forte odor a zinco e, se colocada em ambientes húmidos, transforma-se em ácido sulfúrico e outros produtos.

O facto de a pirite ser tão frequente deve-se ao facto de se formar em vários ambientes geológicos: nos filões hidrotermais, nas rochas metamórficas, magmáticas e sedimentares.

A pirite é utilizada para a extração de ouro e níquel e para a produção de ácido sulfúrico, cobre, ferro e aço.

Pirrotite

A pirrotite forma cristais tabulares achatados, mas encontra-se frequentemente em agregados maciços e granulares, A cor, que varia do amarelo-bronze ao vermelho-cobre, altera-se ao ar e torna-se castanha. é frágil, pesada, com um brilho metálico, magnética (daí deriva o nome de magnetopirite). Funde facilmente numa massa negra fortemente magnética.

A sua formação ocorre em geral no interior de rochas ígneas eruptivas, básicas e ultrabásicas, associada a pirite, galena e outros sulfuretos, mais raramente pode formar-se no interior de filões hidrotermais.

As pirrotites puras são bastante desprovidas de interesse, mas as niquelíferas, são usadas para a extração de níquel e só raramente de cobalto e platina.

Este texto foi traduzido do original italiano com a ajuda da inteligência artificial (Claude). Ler a versão italiana.